A Polícia Civil divulgou neste sábado (7) mais de 20 laudos que confirmam que o menino Marcelo Pesseghini, de 13 anos, matou a tiros o pai, a mãe, a avó e a tia-avó, antes de cometer suicídio, no dia 5 de agosto, em Brasilândia, zona norte de São Paulo. Os documentos mostram que a mãe do garoto, a policial militar Andréia Pesseghini, tinha o nome "Marcelinho" tatuado no pé direito. Também foi achado no sofá, um comunicado que confirma a presença de Marcelo na escola no dia do assassinato.
Contudo, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo afirma que o inquérito ainda não foi concluído, já que a polícia espera a quebra de sigilo de telefones da família para continuar com as investigações do caso.
Contudo, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo afirma que o inquérito ainda não foi concluído, já que a polícia espera a quebra de sigilo de telefones da família para continuar com as investigações do caso.
