Paralisação ocorrerá das 4h às 8h; categoria reivindica segurança e pagamento da PLR
Rodoviários vão paralisar atividades nesta manhã de quarta (Foto: Arquivo CORREIO)
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“Iremos parar porque queremos mais segurança. Ontem, por exemplo, um cobrador foi baleado durante um assalto na Bonocô. Queremos que a polícia esteja mais próxima de nós, ajudando a coibir esse tipo de prática”, explicou Primo. Ele ainda explicou que rodoviários também representarão a categoria em um ato de apoio à presidenta Dilma Rousseff. "Estamos atendendo ao chamado das centrais sindicais que estão promovendo este ato contra o golpe. Os rodoviários que não estiverem em turno de serviço representarão", completou.
Além da segurança, a categoria também reivindica o pagamento da PLR, que segundo o vice-presidente ainda não foi pago. “O que nós queremos também é que o Plano seja pago na data base. Nós não temos como alcançar mais metas, porque já estamos no final do ano. Agora, o que nós queremos é o pagamento do Plano (PLR)”, disse.
Segundo o secretário Fábio Mota, titular da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob), caso ocorra a paralisação, as empresas que fazem o transporte coletivo serão autuadas e poderão pagar multa de até R$ 400 mil por dia. "Temos contratos com as concessionárias e elas não podem deixar de prestar o serviço à população. Caso isso ocorra, as empresas serão autuadas e poderão pagar multa. Iremos calcular para saber quanto será pago pela hora parada", explicou o secretário.
Durante a paralisação, a Semob autorizará a circulação de 300 veículos do sistema alternativo, que percorrerá avenidas como a Paralela, Orla e Suburbana. O CORREIO não conseguiu localizar nenhum representante do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Salvador (Setps) para comentar o caso.
Fonte Correio da Bahia
