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Diego Oliveira da Silva, 24 anos, suspeito de ter dado um murro no pedreiro Geraldo Santos da Cruz, se entregou à policiais da 49ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM/São Cristóvão), e foi levado para a sede do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), na Pituba.
Em depoimento, ele afirmou que estava andando na rua com a esposa, a manicure Darliane Macedo Monteiro, 20, e o filho de 2 anos, quando Geraldo, que supostamente estava bêbado, deu um "boa tarde sedutor" à mulher. Diego se irritou e deu um murro no pedreiro, que caiu e bateu a cabeça.
O segurança Jefferson Oiticica, 42, amigo da vítima, mora no bairro e estava passando pela rua quando encontrou Geraldo caído no chão. Ele foi conversar com o suspeito para saber o que aconteceu e, em seguida, voltou ao local para ajudar a vítima.
Diego, Darliane e o filho fugiram e seguiram para uma festa em família. Lá, o homem pediu ajuda à uma tia, ligou para a polícia e se entregou. Diego prestou depoimento e permanece preso no DHPP. O Departamento de Polícia Técnica (DPT) realizou a perícia e remoção do corpo da vítima.
