Três policiais militares acusados de assassinar o jovem Geovane Mascarenhas de Santana, de 22 anos, foram soltos na madrugada deste domingo (12). Cláudio Bonfim Borges, Jailson Gomes de Oliveira e Jesimiel da Silva Resende, das Rondas Especiais (Rondesp) Batalhão de Choque da PM, estavam presos desde o dia 15 de agosto, em Lauro de Freitas, região metropolitana de Salvador.
De acordo com o advogado Luciano Pontes, responsável pela defesa de Cláudio Bonfim, os policiais foram libertados porque cumpriram 60 dias de prisão provisória (30 dias e prorrogação de mais 30), conforme decisão judicial.
Geovane desapareceu no dia 2 de agosto, após ser abordado por policiais militares na Calçada, enquanto passava de moto pelo local. Ele foi agredido e depois colocado na viatura dos PMs. A ação foi registrada por uma filmagem obtida por Jurandy Silva Santana, pai da vítima. Alguns dias depois, o jovem foi encontrado mutilado, tendo várias partes do corpo cortadas e colocadas em lugares diferentes da cidade.
De acordo com o advogado Luciano Pontes, responsável pela defesa de Cláudio Bonfim, os policiais foram libertados porque cumpriram 60 dias de prisão provisória (30 dias e prorrogação de mais 30), conforme decisão judicial.
Geovane desapareceu no dia 2 de agosto, após ser abordado por policiais militares na Calçada, enquanto passava de moto pelo local. Ele foi agredido e depois colocado na viatura dos PMs. A ação foi registrada por uma filmagem obtida por Jurandy Silva Santana, pai da vítima. Alguns dias depois, o jovem foi encontrado mutilado, tendo várias partes do corpo cortadas e colocadas em lugares diferentes da cidade.
