Foram anunciadas nesta quarta-feira (27) as principais mudanças que vão acontecer no carnaval de 2014. Dentre elas, a diminuição do percurso do circuito Osmar, no Campo Grande. Na 'Avenida', como o circuito é popularmente conhecido, os trios elétricos faziam a rota entre o Corredor da Vitória, passavam pelo relógio de São Pedro, contornavam na Praça Castro Alves, "subiam" a Avenida Carlos Gomes e retornavam ao Corredor da Vitória. No entanto, com a mudança, os trios vão encerrar o desfile na Praça Castro Alves.
As mudanças desagradaram muitos foliões, apegados ao circuito mais tradicional do carnaval baiano, principalmente os optavam pelo Campo Grande justamente pela sua extensão. Segundo Narjara Pereira, 31 anos, foliã há 7 anos, o percurso do Circuito Osmar é melhor e mais animado que o da Barra e diversas questões não estão esclarecidas. "Não curti. Sempre fiz questão de comprar um bloco para sair no Centro. Além de ser um percurso bem maior que o da Barra, podemos apreciar a arquitetura da cidade, as igrejas que ficam no percurso... E o Gandhy? Como vai ser? Vai subir a Carlos Gomes? Vai sair da onde? Um Absurdo!", ressaltou.
Rodrigo Nascimento, 21 anos, folião há 4 anos, apesar de achar válida a mudança, tem a mesma opinião sobre a redução do circuito. "A parte da revitalização do circuito é interessante, mas, por outro lado, diminuir o percurso é muito ruim, pois as pessoas pagam caro por abadás para aproveitar ao máximo, só que dessa maneira acabam diminuindo a folia", afirmou.
Segundo o secretário municipal de Desenvolvimento, Cultura e Turismo, Guilherme Bellintani, apesar de ser mais curto que o circuito da Barra-Ondina, o trajeto será feito de forma mais lenta, para compensar.
O Grupo Metrópole entrou em contato com a Central do Carnaval, responsável por parte da distribuição dos abadás, e um dos seus sócios-diretores, Joaquim Nery, afirmou que a mudança envolve novas situações que serão positivas, inclusive, para o folião. "Acredito que essas mudanças serão positivas. O desfile vai ter um grand finale na Praça Castro Alves que antes não tinha", ressaltou. Nery esclareceu ainda que para aqueles que não estão satisfeitos, há a possibilidade de devolução do dinheiro. "Com relação à devolução do valor pago aos que optam pelo circuito somente pela sua extensão, o que acredito ser difícil, existe uma série de regras de devolução no contrato e esta possibilidade pode existir sim", afirmou.
De acordo com o advogado Cândido Sá, especializado em direitos do consumidor, é necessário analisar o contrato de compra do abadá e verificar se o tamanho do percurso é previamente estipulado. "Tem de analisar o contrato no momento da compra. Quando se diz qual é o circuito que determinado bloco vai sair, não se diz o tamanho dele, nem de que ponto começa e em que ponto termina", destaca.
As mudanças desagradaram muitos foliões, apegados ao circuito mais tradicional do carnaval baiano, principalmente os optavam pelo Campo Grande justamente pela sua extensão. Segundo Narjara Pereira, 31 anos, foliã há 7 anos, o percurso do Circuito Osmar é melhor e mais animado que o da Barra e diversas questões não estão esclarecidas. "Não curti. Sempre fiz questão de comprar um bloco para sair no Centro. Além de ser um percurso bem maior que o da Barra, podemos apreciar a arquitetura da cidade, as igrejas que ficam no percurso... E o Gandhy? Como vai ser? Vai subir a Carlos Gomes? Vai sair da onde? Um Absurdo!", ressaltou.
Rodrigo Nascimento, 21 anos, folião há 4 anos, apesar de achar válida a mudança, tem a mesma opinião sobre a redução do circuito. "A parte da revitalização do circuito é interessante, mas, por outro lado, diminuir o percurso é muito ruim, pois as pessoas pagam caro por abadás para aproveitar ao máximo, só que dessa maneira acabam diminuindo a folia", afirmou.
Segundo o secretário municipal de Desenvolvimento, Cultura e Turismo, Guilherme Bellintani, apesar de ser mais curto que o circuito da Barra-Ondina, o trajeto será feito de forma mais lenta, para compensar.
O Grupo Metrópole entrou em contato com a Central do Carnaval, responsável por parte da distribuição dos abadás, e um dos seus sócios-diretores, Joaquim Nery, afirmou que a mudança envolve novas situações que serão positivas, inclusive, para o folião. "Acredito que essas mudanças serão positivas. O desfile vai ter um grand finale na Praça Castro Alves que antes não tinha", ressaltou. Nery esclareceu ainda que para aqueles que não estão satisfeitos, há a possibilidade de devolução do dinheiro. "Com relação à devolução do valor pago aos que optam pelo circuito somente pela sua extensão, o que acredito ser difícil, existe uma série de regras de devolução no contrato e esta possibilidade pode existir sim", afirmou.
De acordo com o advogado Cândido Sá, especializado em direitos do consumidor, é necessário analisar o contrato de compra do abadá e verificar se o tamanho do percurso é previamente estipulado. "Tem de analisar o contrato no momento da compra. Quando se diz qual é o circuito que determinado bloco vai sair, não se diz o tamanho dele, nem de que ponto começa e em que ponto termina", destaca.
